by Miguel Caetano on 7 de Agosto de 2009
Os três meses que terminaram a 30 de Junho deste ano constituíram mais um período negro para a saúde financeira da Warner Music Group (WMG), como podem constatar aqui. Nada de surpreendente se tivermos em em conta os resultados do trimestre fiscal passado. Nem mesmo uma subida de 5,4 por cento nas receitas digitais para [...]
by Miguel Caetano on 8 de Maio de 2009
Por esta altura do ano é já habitual as grandes empresas revelarem os seus resultados financeiros relativos ao trimestre fiscal findado a 31 de Março. As nossas “adoradas” editoras discográficas não são excepção. E a avaliar pelas contas divulgadas pela Warner Music e pela EMI, parece que a aposta no digital tem corrido melhor a [...]
by Miguel Caetano on 4 de Março de 2009
Num período inferior a menos de um ano, a EMI passou a valer cerca de metade do que valia em Agosto de 2007 quando a empresa de fundos de investimento Terra Firma do financeiro Guy Hands comprou a quarta maior editora discográfica do mundo por 2,6 mil milhões de euros. Nos resultados financeiros relativos a [...]
by Miguel Caetano on 2 de Março de 2009
Esta segunda feira, dia 2 de Março, a Vivendi anunciou os seus resultados financeiros relativos ao último trimestre fiscal de 2008. O conglomerado multimédia francês é a empresa-mãe da Universal Music Group, a maior companhia discográfica do mundo e como tal entre as contas divulgadas incluem-se as da própria UMG.
by Miguel Caetano on 5 de Fevereiro de 2009
Apesar do desempenho relativamente positivo da EMI, a mais pequena das quatro grandes editoras durante o semestre fiscal terminado a 30 de Setembro, a crise parece ter afectado severamente a Sony Music Entertainment e a Warner Music Entertainment. Sobretudo no caso da antiga Sony BMG. Como se pode ler no relatório de contas da Sony [...]
by Miguel Caetano on 7 de Novembro de 2008
Mais sinais que indiciam que a EMI se pretende desfazer o quanto antes da sua divisão de gravações de discos. O Financial Times deu ontem à noite conta de que aquela que era até há pouco tempo a quarta maior editora discográfica do mundo deverá ser dividida em três unidades globais de negócios: música nova, [...]