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	<title>Comentários em: Downloads (i)legais em Portugal: a saga continua</title>
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	<description>A cultura da remistura, P2P, cultura livre e novos modelos de negócio para a música digital</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 01:50:47 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Jules</title>
		<link>http://www.remixtures.com/2009/05/downloads-ilegais-em-portugal-a-saga-continua/comment-page-1/#comment-10944</link>
		<dc:creator>Jules</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 00:38:11 +0000</pubDate>
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		<description>Ja alguem se perguntou o seguinte: 
 
Caso 1 - Eu tenho um cd original, pago na loja. Empresto-o a todos os meus amigos e todos o gravam para si mesmos, seja em cd ou mp3. 
 
Caso 2 - Eu tenho um cd original, pago na loja. Converto-o para mp3 e passo-o a todos os meus amigos, digamos pelo msn, nao o partilhando a mais ninguem, apenas ao mesmo grupo. 
 
Conclusao, segundo a lei o caso 1 nao e crime devido a copia privad mas o caso 2 e pois viola os direitos de autor! Analizando ambos, no caso 1 paguei por um cd e partilhei-o com os meus amigos, no caso 2 comprei um cd e partilhei-o com os meus amigos! Agora expliquem-me por favor em termos de leis neste pais como e que algum jurista pode argumentar que num caso cometo um crime e no outro nao quando fiz exactamente o mesmo, somente por um meio diferente. 
 
Quer dizer se eu &quot;distribuir&quot; o meu cd original fisicamente por 10 milhoes de pessoas nao e crime mas, mas se o fizer pela internet ja e?! Tenham do e escrevam leis em portugues que toda a gente perceba, incluindo os proprios juristas! </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ja alguem se perguntou o seguinte: </p>
<p>Caso 1 &#8211; Eu tenho um cd original, pago na loja. Empresto-o a todos os meus amigos e todos o gravam para si mesmos, seja em cd ou mp3. </p>
<p>Caso 2 &#8211; Eu tenho um cd original, pago na loja. Converto-o para mp3 e passo-o a todos os meus amigos, digamos pelo msn, nao o partilhando a mais ninguem, apenas ao mesmo grupo. </p>
<p>Conclusao, segundo a lei o caso 1 nao e crime devido a copia privad mas o caso 2 e pois viola os direitos de autor! Analizando ambos, no caso 1 paguei por um cd e partilhei-o com os meus amigos, no caso 2 comprei um cd e partilhei-o com os meus amigos! Agora expliquem-me por favor em termos de leis neste pais como e que algum jurista pode argumentar que num caso cometo um crime e no outro nao quando fiz exactamente o mesmo, somente por um meio diferente. </p>
<p>Quer dizer se eu &quot;distribuir&quot; o meu cd original fisicamente por 10 milhoes de pessoas nao e crime mas, mas se o fizer pela internet ja e?! Tenham do e escrevam leis em portugues que toda a gente perceba, incluindo os proprios juristas!</p>
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		<title>Por: Luis Canau</title>
		<link>http://www.remixtures.com/2009/05/downloads-ilegais-em-portugal-a-saga-continua/comment-page-1/#comment-10805</link>
		<dc:creator>Luis Canau</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 11:25:06 +0000</pubDate>
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		<description>Nada a opor, MBN. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nada a opor, MBN.</p>
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	<item>
		<title>Por: Mind Booster Noori</title>
		<link>http://www.remixtures.com/2009/05/downloads-ilegais-em-portugal-a-saga-continua/comment-page-1/#comment-10803</link>
		<dc:creator>Mind Booster Noori</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 09:19:16 +0000</pubDate>
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		<description>A remunera&#231;&#227;o derivada da taxa aplicada aos suportes de grava&#231;&#227;o existe com o prop&#243;sito &#250;nico de servir como compensa&#231;&#227;o justa ao recurso ao direito &#224; c&#243;pia privada. &#201; ainda costume destacar-se, em particular, que esta taxa n&#227;o tem como objectivo a compensa&#231;&#227;o de alegados preju&#237;zos resultantes de actividades il&#237;citas. Que esta taxa n&#227;o seja justa, ou que a forma como o dinheiro resultante dessa taxa &#233; distribu&#237;do n&#227;o seja justa, tudo bem. Mas o objectivo dela e o seu enquadramento legal &#233; o de &quot;compensa&#231;&#227;o justa&quot;. Mais sobre isto em &lt;a href=&quot;http://drm-pt.info/moin/PrivateCopyingLevy&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://drm-pt.info/moin/PrivateCopyingLevy&lt;/a&gt; (em particular o link sobre a posi&#231;&#227;o do DRM-PT sobre o assunto). </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A remunera&ccedil;&atilde;o derivada da taxa aplicada aos suportes de grava&ccedil;&atilde;o existe com o prop&oacute;sito &uacute;nico de servir como compensa&ccedil;&atilde;o justa ao recurso ao direito &agrave; c&oacute;pia privada. &Eacute; ainda costume destacar-se, em particular, que esta taxa n&atilde;o tem como objectivo a compensa&ccedil;&atilde;o de alegados preju&iacute;zos resultantes de actividades il&iacute;citas. Que esta taxa n&atilde;o seja justa, ou que a forma como o dinheiro resultante dessa taxa &eacute; distribu&iacute;do n&atilde;o seja justa, tudo bem. Mas o objectivo dela e o seu enquadramento legal &eacute; o de &quot;compensa&ccedil;&atilde;o justa&quot;. Mais sobre isto em <a href="http://drm-pt.info/moin/PrivateCopyingLevy" target="_blank">http://drm-pt.info/moin/PrivateCopyingLevy</a> (em particular o link sobre a posi&ccedil;&atilde;o do DRM-PT sobre o assunto).</p>
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		<title>Por: Luis Canau</title>
		<link>http://www.remixtures.com/2009/05/downloads-ilegais-em-portugal-a-saga-continua/comment-page-1/#comment-10795</link>
		<dc:creator>Luis Canau</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 23:51:12 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Quer se grave um CD a partir de um CD do amigo ou se saque da net, na pr&#225;tica o resultado &#233; exactamente o mesmo.&quot; 
 
Em rela&#231;&#227;o &#224;s taxas a t&#237;tulo de compensa&#231;&#227;o por reprodu&#231;&#227;o ou grava&#231;&#227;o de obras n&#227;o ser&#225; exactamente o mesmo gravar de um amigo ou sacar. Isto a meu ver, porque quando tenho um CD na m&#227;o, meu ou de um amigo, h&#225; ali uma percentagem real que, espera-se, ser&#225; entregue ao artista. Quando se saca, esse valor j&#225; se dissociou da c&#243;pia que fazemos, e se se compram CDs para gravar, a compensa&#231;&#227;o, seguindo o racioc&#237;nio da mensagem anterior, alimenta meramente a ind&#250;stria e n&#227;o o artista que ouvimos. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Quer se grave um CD a partir de um CD do amigo ou se saque da net, na pr&aacute;tica o resultado &eacute; exactamente o mesmo.&quot; </p>
<p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s taxas a t&iacute;tulo de compensa&ccedil;&atilde;o por reprodu&ccedil;&atilde;o ou grava&ccedil;&atilde;o de obras n&atilde;o ser&aacute; exactamente o mesmo gravar de um amigo ou sacar. Isto a meu ver, porque quando tenho um CD na m&atilde;o, meu ou de um amigo, h&aacute; ali uma percentagem real que, espera-se, ser&aacute; entregue ao artista. Quando se saca, esse valor j&aacute; se dissociou da c&oacute;pia que fazemos, e se se compram CDs para gravar, a compensa&ccedil;&atilde;o, seguindo o racioc&iacute;nio da mensagem anterior, alimenta meramente a ind&uacute;stria e n&atilde;o o artista que ouvimos.</p>
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		<title>Por: Luis Canau</title>
		<link>http://www.remixtures.com/2009/05/downloads-ilegais-em-portugal-a-saga-continua/comment-page-1/#comment-10794</link>
		<dc:creator>Luis Canau</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 23:44:19 +0000</pubDate>
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		<description>A refer&#234;ncia na lei &#224; utiliza&#231;&#227;o livre por bibliotecas, museus, arquivos p&#250;blicos, etc. prende-se com reprodu&#231;&#245;es feitas pela pr&#243;pria institui&#231;&#227;o por &quot;necessidade das actividades pr&#243;prias dessas institui&#231;&#245;es&quot; e n&#227;o se limitar&#225; a c&#243;pias em papel. 
 
Em qualquer caso, n&#227;o creio que exista algum artigo que se possa aplicar &#224; utiliza&#231;&#227;o &quot;normal&quot; de uma obra enquanto consumo por um indiv&#237;duo. O que est&#225; aqui em causa, na &quot;utiliza&#231;&#227;o livre&quot;, &#233; uma reprodu&#231;&#227;o para l&#225; desse consumo que se presume. 
 
A remunera&#231;&#227;o derivada da taxa aplicada aos suportes de grava&#231;&#227;o &#233; mais um &quot;castigo&quot; do que uma compensa&#231;&#227;o justa, j&#225; que a distribui&#231;&#227;o &#233; feita de forma, suponho, proporcional. Ou seja, se eu usar muitos CDs para gravar m&#250;sica &#233; certo que estou a dar mais dinheiro a artistas como Madonna, Michael Jackson e outros nomes &#039;grandes&#039; do que aos artistas &quot;obscuros&quot; cuja obra eu grave. I.e., &#233; uma taxa para a ind&#250;stria, n&#227;o para autores. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A refer&ecirc;ncia na lei &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o livre por bibliotecas, museus, arquivos p&uacute;blicos, etc. prende-se com reprodu&ccedil;&otilde;es feitas pela pr&oacute;pria institui&ccedil;&atilde;o por &quot;necessidade das actividades pr&oacute;prias dessas institui&ccedil;&otilde;es&quot; e n&atilde;o se limitar&aacute; a c&oacute;pias em papel. </p>
<p>Em qualquer caso, n&atilde;o creio que exista algum artigo que se possa aplicar &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o &quot;normal&quot; de uma obra enquanto consumo por um indiv&iacute;duo. O que est&aacute; aqui em causa, na &quot;utiliza&ccedil;&atilde;o livre&quot;, &eacute; uma reprodu&ccedil;&atilde;o para l&aacute; desse consumo que se presume. </p>
<p>A remunera&ccedil;&atilde;o derivada da taxa aplicada aos suportes de grava&ccedil;&atilde;o &eacute; mais um &quot;castigo&quot; do que uma compensa&ccedil;&atilde;o justa, j&aacute; que a distribui&ccedil;&atilde;o &eacute; feita de forma, suponho, proporcional. Ou seja, se eu usar muitos CDs para gravar m&uacute;sica &eacute; certo que estou a dar mais dinheiro a artistas como Madonna, Michael Jackson e outros nomes &#039;grandes&#039; do que aos artistas &quot;obscuros&quot; cuja obra eu grave. I.e., &eacute; uma taxa para a ind&uacute;stria, n&atilde;o para autores.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Bookmarks for June 2nd through June 3rd</title>
		<link>http://www.remixtures.com/2009/05/downloads-ilegais-em-portugal-a-saga-continua/comment-page-1/#comment-10779</link>
		<dc:creator>Bookmarks for June 2nd through June 3rd</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 16:02:14 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Downloads (i)legais em Portugal: a saga continua &#124; Remixtures - [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Downloads (i)legais em Portugal: a saga continua | Remixtures &#8211; [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nelson Cruz</title>
		<link>http://www.remixtures.com/2009/05/downloads-ilegais-em-portugal-a-saga-continua/comment-page-1/#comment-10775</link>
		<dc:creator>Nelson Cruz</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 00:52:22 +0000</pubDate>
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		<description>Luis, 
estive agora a ver a lei, e sim, refere que tanto a reprodu&#231;&#227;o para uso privado como a utiliza&#231;&#227;o em bibliotecas, museus, etc, deve ser acompanhada por uma &quot;remunera&#231;&#227;o equitativa&quot; pela entidade que tiver procedido &#224; reprodu&#231;&#227;o. Creio que isto se refere &#224;s casas de fotoc&#243;pias que fazem reprodu&#231;&#245;es para uso privado dos clientes, e n&#227;o a pessoas singulares que fazem as c&#243;pias por si. De contr&#225;rio, acho estranho a lei referir-se a pessoas singulares como &quot;entidades&quot;&#8230; mas n&#227;o sou jurista. Al&#233;m disso saliente-se o &#8220;deve&#8221;.  
 
A remunera&#231;&#227;o em nome das pessoas singulares pelas c&#243;pias para uso privado &#233; feita pelo estado (lei da c&#243;pia privada), que recolhe uma taxa por cada CD e DVD grav&#225;vel vendido (e os suportes anal&#243;gicos tamb&#233;m). Ou seja, a remunera&#231;&#227;o j&#225; est&#225; a ser feita. 
 
Eu tamb&#233;m sempre tomei o mero download como legal por se assemelhar a comprar uma c&#243;pia pirata numa feira. Quem comete a infrac&#231;&#227;o &#233; quem vende, n&#227;o quem compra. A n&#237;vel europeu houve a certa altura uma proposta para igualar a compra de uma c&#243;pia pirata ou outros produtos contrafeitos com o crime de &#8220;recep&#231;&#227;o de material roubado&#8221;. Uma proposta rid&#237;cula que criminalizava o mero consumidor e que felizmente n&#227;o foi para a frente. 
 
Esta quest&#227;o do download ser ou n&#227;o ilegal tem alguma relev&#226;ncia especialmente depois do MAPINET e outras organiza&#231;&#245;es terem acusado o ministro da cultura de incentivar a pr&#225;tica de um crime ao dizer entre outras coisas que a ilegalidade &#233; cometida por quem coloca as obras em circula&#231;&#227;o e n&#227;o por quem depois as &#8220;agarra&#8221;. Claro que o ministro talvez n&#227;o saiba que quem saca usando software P2P tamb&#233;m envia para outros; tamb&#233;m ajuda a manter em circula&#231;&#227;o a obra. Mas isso j&#225; s&#227;o &#8220;outros 500&#8221;&#8230; 
 
O certo &#233; que fazer uma c&#243;pia para uso privado &#233; legal, e os detentores de direitos j&#225; s&#227;o recompensados por isso com uma taxa. Quer se grave um CD a partir de um CD do amigo ou se saque da net, na pr&#225;tica o resultado &#233; exactamente o mesmo. H&#225; uma c&#243;pia que &#233; feita e remunerada no &#226;mbito da lei (e com um valor provavelmente muito aproximado ao que o autor receberia pela venda de um CD &#8220;original&#8221;)! </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luis,<br />
estive agora a ver a lei, e sim, refere que tanto a reprodu&ccedil;&atilde;o para uso privado como a utiliza&ccedil;&atilde;o em bibliotecas, museus, etc, deve ser acompanhada por uma &quot;remunera&ccedil;&atilde;o equitativa&quot; pela entidade que tiver procedido &agrave; reprodu&ccedil;&atilde;o. Creio que isto se refere &agrave;s casas de fotoc&oacute;pias que fazem reprodu&ccedil;&otilde;es para uso privado dos clientes, e n&atilde;o a pessoas singulares que fazem as c&oacute;pias por si. De contr&aacute;rio, acho estranho a lei referir-se a pessoas singulares como &quot;entidades&quot;&hellip; mas n&atilde;o sou jurista. Al&eacute;m disso saliente-se o &ldquo;deve&rdquo;.  </p>
<p>A remunera&ccedil;&atilde;o em nome das pessoas singulares pelas c&oacute;pias para uso privado &eacute; feita pelo estado (lei da c&oacute;pia privada), que recolhe uma taxa por cada CD e DVD grav&aacute;vel vendido (e os suportes anal&oacute;gicos tamb&eacute;m). Ou seja, a remunera&ccedil;&atilde;o j&aacute; est&aacute; a ser feita. </p>
<p>Eu tamb&eacute;m sempre tomei o mero download como legal por se assemelhar a comprar uma c&oacute;pia pirata numa feira. Quem comete a infrac&ccedil;&atilde;o &eacute; quem vende, n&atilde;o quem compra. A n&iacute;vel europeu houve a certa altura uma proposta para igualar a compra de uma c&oacute;pia pirata ou outros produtos contrafeitos com o crime de &ldquo;recep&ccedil;&atilde;o de material roubado&rdquo;. Uma proposta rid&iacute;cula que criminalizava o mero consumidor e que felizmente n&atilde;o foi para a frente. </p>
<p>Esta quest&atilde;o do download ser ou n&atilde;o ilegal tem alguma relev&acirc;ncia especialmente depois do MAPINET e outras organiza&ccedil;&otilde;es terem acusado o ministro da cultura de incentivar a pr&aacute;tica de um crime ao dizer entre outras coisas que a ilegalidade &eacute; cometida por quem coloca as obras em circula&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o por quem depois as &ldquo;agarra&rdquo;. Claro que o ministro talvez n&atilde;o saiba que quem saca usando software P2P tamb&eacute;m envia para outros; tamb&eacute;m ajuda a manter em circula&ccedil;&atilde;o a obra. Mas isso j&aacute; s&atilde;o &ldquo;outros 500&rdquo;&hellip; </p>
<p>O certo &eacute; que fazer uma c&oacute;pia para uso privado &eacute; legal, e os detentores de direitos j&aacute; s&atilde;o recompensados por isso com uma taxa. Quer se grave um CD a partir de um CD do amigo ou se saque da net, na pr&aacute;tica o resultado &eacute; exactamente o mesmo. H&aacute; uma c&oacute;pia que &eacute; feita e remunerada no &acirc;mbito da lei (e com um valor provavelmente muito aproximado ao que o autor receberia pela venda de um CD &ldquo;original&rdquo;)!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Caetano</title>
		<link>http://www.remixtures.com/2009/05/downloads-ilegais-em-portugal-a-saga-continua/comment-page-1/#comment-10774</link>
		<dc:creator>Miguel Caetano</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 00:03:11 +0000</pubDate>
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		<description>Oops, j&#225; n&#227;o me lembrava da not&#237;cia que escrevi :p De qualquer modo n&#227;o foram nem 10 nem 100. Foram mais do que isso;) </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oops, j&aacute; n&atilde;o me lembrava da not&iacute;cia que escrevi :p De qualquer modo n&atilde;o foram nem 10 nem 100. Foram mais do que isso;)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Nelson Cruz</title>
		<link>http://www.remixtures.com/2009/05/downloads-ilegais-em-portugal-a-saga-continua/comment-page-1/#comment-10773</link>
		<dc:creator>Nelson Cruz</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 23:58:28 +0000</pubDate>
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		<description>Sim Miguel, tens raz&#227;o, excepto q foram apenas 146 m&#250;sicas diponibilizadas e n&#227;o milhares.. Nunca ningu&#233;m foi em Portugal acusado simplesmente de sacar obras protegidas por direitos de autor. At&#233; pq &#233; dificil de apanhar uma pessoa nesses casos. Creio q houve um caso em Fran&#231;a em q a policia entrou na casa de um tipo (creio q por motivo n&#227;o relacionado), encontrou milhares de DVDs gravados com filmes da net, e o acusaram por isso. E se bem me lembro foi absolvido. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim Miguel, tens raz&atilde;o, excepto q foram apenas 146 m&uacute;sicas diponibilizadas e n&atilde;o milhares.. Nunca ningu&eacute;m foi em Portugal acusado simplesmente de sacar obras protegidas por direitos de autor. At&eacute; pq &eacute; dificil de apanhar uma pessoa nesses casos. Creio q houve um caso em Fran&ccedil;a em q a policia entrou na casa de um tipo (creio q por motivo n&atilde;o relacionado), encontrou milhares de DVDs gravados com filmes da net, e o acusaram por isso. E se bem me lembro foi absolvido.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Canau</title>
		<link>http://www.remixtures.com/2009/05/downloads-ilegais-em-portugal-a-saga-continua/comment-page-1/#comment-10772</link>
		<dc:creator>Luis Canau</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 22:55:31 +0000</pubDate>
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		<description>N&#227;o sei em que medida o facto de ser admitida a reprodu&#231;&#227;o da obra na sua integralidade e n&#227;o s&#243; excertos ajuda a &quot;legitimar&quot; a utiliza&#231;&#227;o de um download dito &quot;pirata&quot;, uma vez que, se nada me escapa, a lei determina que a todas essas utiliza&#231;&#245;es (bibliotecas, museus, etc.) ser&#227;o feitas contra uma &quot;remunera&#231;&#227;o equitativa&quot;. 
 
I.e., &quot;utiliza&#231;&#227;o livre&quot; n&#227;o &#233; necessariamente &quot;&#224; borla&quot;. 
 
&quot;Prejuizo injustificado&quot; parece-me um conceito que pode ser discutido em tribunal numa ac&#231;&#227;o concreta. Mas n&#227;o vejo porque &#233; que h&#225; d&#250;vidas que o consumo de borla de uma coisa que foi colocada &#224; venda n&#227;o se deve incluir no conceito de &quot;explora&#231;&#227;o normal&quot;. S&#227;o condi&#231;&#245;es alternativas, n&#227;o cumulativas. 
 
A &#250;nica coisa que me faz alguma confus&#227;o &#233; o entusiasmo com que se quer rotular o download que se chama de pirata de uma coisa expressamente aprovada pela Lei. Eu acho que a Lei tem tanto que &quot;perseguir&quot; isso como o acto de comprar material piratado numa feira (bem mais grave). Persegue-se quem fabrica, n&#227;o quem compra. Por isso n&#227;o vejo porque se haveria de perseguir quem saca &#224; borla. 
 
A meu ver, a c&#243;pia em circula&#231;&#227;o &#233; il&#237;cita porque quem a colocou em circula&#231;&#227;o n&#227;o tinha direito de a distribuir. Quem saca, saca e pronto. S&#243; h&#225; zunzum porque os n&#250;meros s&#227;o grandes. Da&#237; a chamar &#224; c&#243;pia &quot;legal&quot; ou associar-lhe quaiquer tipo de direitos vai alguma dist&#226;ncia. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>N&atilde;o sei em que medida o facto de ser admitida a reprodu&ccedil;&atilde;o da obra na sua integralidade e n&atilde;o s&oacute; excertos ajuda a &quot;legitimar&quot; a utiliza&ccedil;&atilde;o de um download dito &quot;pirata&quot;, uma vez que, se nada me escapa, a lei determina que a todas essas utiliza&ccedil;&otilde;es (bibliotecas, museus, etc.) ser&atilde;o feitas contra uma &quot;remunera&ccedil;&atilde;o equitativa&quot;. </p>
<p>I.e., &quot;utiliza&ccedil;&atilde;o livre&quot; n&atilde;o &eacute; necessariamente &quot;&agrave; borla&quot;. </p>
<p>&quot;Prejuizo injustificado&quot; parece-me um conceito que pode ser discutido em tribunal numa ac&ccedil;&atilde;o concreta. Mas n&atilde;o vejo porque &eacute; que h&aacute; d&uacute;vidas que o consumo de borla de uma coisa que foi colocada &agrave; venda n&atilde;o se deve incluir no conceito de &quot;explora&ccedil;&atilde;o normal&quot;. S&atilde;o condi&ccedil;&otilde;es alternativas, n&atilde;o cumulativas. </p>
<p>A &uacute;nica coisa que me faz alguma confus&atilde;o &eacute; o entusiasmo com que se quer rotular o download que se chama de pirata de uma coisa expressamente aprovada pela Lei. Eu acho que a Lei tem tanto que &quot;perseguir&quot; isso como o acto de comprar material piratado numa feira (bem mais grave). Persegue-se quem fabrica, n&atilde;o quem compra. Por isso n&atilde;o vejo porque se haveria de perseguir quem saca &agrave; borla. </p>
<p>A meu ver, a c&oacute;pia em circula&ccedil;&atilde;o &eacute; il&iacute;cita porque quem a colocou em circula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o tinha direito de a distribuir. Quem saca, saca e pronto. S&oacute; h&aacute; zunzum porque os n&uacute;meros s&atilde;o grandes. Da&iacute; a chamar &agrave; c&oacute;pia &quot;legal&quot; ou associar-lhe quaiquer tipo de direitos vai alguma dist&acirc;ncia.</p>
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