Robert Smith dos The Cure não gosta de dar downloads grátis nem de bloggers

by Miguel Caetano on 3 de Março de 2009

Decididamente, o vocalista dos The Cure tornou-se uma sombra daqulo que era. Ignorado pelas gerações mais novas, Robert Smith parece ter parado no tempo e revela agora a sua inveja para com outras estrelas da música independente que conseguiram manter a sua chama criativa.

Na verdade, por detrás daquelas carradas de maquilhagem e baton esconde-se um velho de 50 anos que continua a pensar como um adolescente que não consegue vislumbrar as oportunidades que a Internet oferece para uma banda com talento. Ou se calhar até consegue mas tem plena consciência de que os The Cure já perderam esse talento.

De facto, tudo indica que os 10,4 milhões de dólares que a digressão dos The Cure nos EUA representou no primeiro semestre do ano passado (segundo dados da Pollstar que adianta que o preço médio dos bilhetes dos concertos foi de 58 dólares!) não são suficientes para Robert Smith que se recusa obstinadamente a dar a sua musica de borla aos fãs.

Depois de ter rotulado a experiência dos Radiohead com o lançamento de In Rainbows de plano idiota, o vocalista dos The Cure resolveu agora publicar no blog da banda uma entrada enraivecida onde estende as acusações de idiota a todos os críticos e em particular aos bloggers que defendem um modelo do livre acesso à música e à arte em geral. De forma a expressar de um modo mais veemente a sua fúria, Smith decidiu escrever o post todo em maiúsculas. Deixo aqui algumas das frases intraduzíveis que ele escreveu:

NO I AM NOT CONFUSING ‘ARTISTIC VALUE’ WITH’COMMERCIAL VALUE’

MERELY QUESTIONING THE DUMB ACCEPTANCE OF THE ‘FREEART IS THE ‘NEW’ PARADIGM – THATS JUST THE WAY IT IS’ MANTRA

IN THE WAY OF OUR BRIGHT AND BRAVE NEW WIRED WORLD

THESE IDIOT CRITICS HAVE TRIED VERY HARD TO TURN MYGENERAL POINT – A POINT I MADE USING RADIOHEAD’S ‘IN RAINBOWS: PAY WHAT YOUWANT’ MARKETING RUSE AS IT IS THE MOST WIDELY KNOWN EXAMPLE – INTO A MOCK SHOCKHORROR “HOW DARE ANYONE QUESTION THE FAMOUSLY INDEPENDENT ANDANTI-CAPITALIST RADIOHEAD, THEY SELL MORE ‘PRODUCT’ THAN THE CURE SO THEIRSTRATEGY OBVIOUSLY ‘WORKED’ (HUH?!!)… AND ANYWAY, ROBERT SMITH IS WAY TOO OLDTO COMMENT ON CONTEMPORARY CULTURE” MOMENT…

(…)

ANY FAMOUS ARTIST WITH A HUGE AND DEVOTED FAN BASE(OFTEN ARRIVED AT WITH A LITTLE HELP FROM A WEALTHY AND POWERFUL ‘PATRON’ ORTWO?) CAN AFFORD TO DO WHAT HE, SHE OR IT WANTS…

INCLUDING GIVING THEIR ART AWAY AS SOME KIND OF ‘LOSSLEADER’ TO HELP ‘BUILD THE BRAND’

(…)

HOWEVER

IF THIS ‘ART FOR FREE’ IDEA BECOMES THE CULTURAL NORM

THEN HOW DO ARTISTS EARN THEIR LIVING?

(…)

AN ARTIST HAS TO VALUE THE ART THEY CREATE

OTHERWISE I DONT BELIEVE THEY CAN BELIEVE IT TO BE ART

No final, Robert Smith ainda deixa um recadinho aos bloggers que o criticaram:

I WONDER HOW MANY OF THE PROFESSIONAL APOLOGISTS OUTTHERE WRITE THEIR SHIT FOR FREE?

Só por este excerto dá para ver que ao contrário do que ele escreve, Robert Smith está roído de inveja pela atenção que os media dedicaram aos Radiohead graças à sua iniciativa “pague o que quiser.” Para além disso, a verdade é que quando um artista dá ao público a possibilidade de escolher o que quer pagar ele não está a diminuir o valor da sua arte mas sim a ser justo para com os fãs.

De modo geral, parece-me que esta rant do vocalista dos The Cure não tem qualquer sentido e parece-me ter resultado mais de alguns excessos alcoólicos típicos de um artista em fase de decadência do que de uma pessoa racional e sensata, responsável por uma das melhores bandas Pop dos anos 80.

Se fosse este o caso, Smith teria-se dado conta de que há pessoas como o autor destas linhas que preferem oferecer os seus conteúdos de borla a terem que abdicar da sua liberdade de expressão e opinião – sobretudo num país em que a comunicação social está controlada por meia dúzia de conglomerados multimédia que não dão a miníma importância para vozes e assuntos que se distanciem um milímetro que seja dos interesses instalados.

Mais ainda, Smith teria-se dado conta de que, caso a qualidade dos trabalhos mais recentes dos The Cure se tivesse mantido, ele poderia agora dar-se ao luxo de oferecer gratuitamente a versão digital do próximo disco da banda para cobrar balúrdios por edições de luxo. Infelizmente, isso não é possível.

Não só porque os The Cure são uma sombra do que já foram mas também porque o seu vocalista parece não ter a noção de que nem todos os potenciais ouvintes têm as mesmas necessidades e possibilidades. Nos dias de hoje, é uma falta de respeito uma banda tratar os seus fãs como se fossem todos iguais. Se existem aqueles que estão dispostos a pagar centenas de euros por uma edição especial limitada de luxo CD+Vinil+DVD+SeiLáOQuê, também haverá aqueles que só querem (e só podem) descarregar o disco de borla porque não têm posses para mais.

A grande ironia é que mesmo se Robert Smith quisesse dar música grátis ele não o poderia fazer: os The Cure encontram-se desde há anos ligados à Geffen Records, uma subsidiária da Universal Music Group – a maior etiqueta discográfica do mundo.

(foto de gussifer segundo licença CC-BY-NC-ND 2.0)

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  1. Robert Smith dos The Cure desanca no modelo "pague o que quiser" dos Radiohead

{ 53 comments… read them below or add one }

1 Marcus 3 de Março de 2009 às 23:15

Não sei nem o que dizer. Bateu uma vergonha alheia agora.

Que Bob Smith não concorde com a estratégia do Radiohead, é uma coisa normal. Que tenha esse tipo de ataques, é muito triste.

Responder

2 remixtures 3 de Março de 2009 às 23:37

POST: Robert Smith dos The Cure não gosta de dar downloads grátis nem de bloggers http://tinyurl.com/cv37sh

Responder

3 Marcus Pessoa 4 de Março de 2009 às 0:09

Bob Smith, do Cure, dá novo ataque de pelanca contra o Radiohead e sua estratégia alternativa de vender música http://tinyurl.com/bhrvwc

Responder

4 Gerson 4 de Março de 2009 às 2:27

Acho que o Miguel analisou corretamente o ataque histérico do Robert Smith, falando que ele está com inveja de não poder fazer o mesmo, afinal ele está sob contrato da Geffen o que o impede de ser LIVRE…. ;-)

Responder

5 Monica 21 de Abril de 2009 às 21:17

Concordo plenamente que se deva pagar pela arte (seja de que tipo for), e uma banda como os cure bem o pode exigir que paguem pela sua música tal como um pintor vende os seus quadros. Um artista é uma pessoa que vive da arte, e tal como todo os outros seres humanos, precisa de dinheiro porque ninguém vive do ar? O facto dos radiohead terem 'oferecido' o seu mais recente álbum é apenas uma estratégia para se tornarem mais conhecidos e uma tentativa que tudo volte a ser como antes do Ok, Computer. Além disso, acho que uma pessoa como o Robert Smith, que tanto contribuiu e contribui para o mundo musical, não deve ser tratado como um "velho de 50 anos".

Responder

6 Miguel Caetano 21 de Abril de 2009 às 21:48

Monica: eu também concordo que se deva pagar pelo trabalho intelectual ou senão não tinha um botão ali no lado direito a solicitar doações. Mas se em vez de recorrer a uma editora convencional os The Cure decidissem eles próprios propor um serviço de subscrições? Qualquer discussão sobre música e Internet que não parta da premissa que a música já é de si grátis está errada e padece de hipocrisia. O que bandas como os Radiohead e os Nine Inch Nails estão a tentar fazer é adoptar uma estratégia a partir desse dado adquirido. As pessoas não devem ser ensinadas a proteger a sua propriedade intelectual como se fossem tesouros. Música é informação. Não tem qualquer valor em si. O valor é o que nós lhe damos enquando seres sociais simbólicos. E é por isso que a generosidade e o altruísmo são princípios que devem ser ensinados de modo a que as pessoas se habituem a doar de livre vontade os artistas de que gostam mais. Nesse aspecto, as declarações de Robert Smith foram uma oportunidade falhada…

Responder

7 Miguel Caetano 21 de Abril de 2009 às 21:48

Monica: eu também concordo que se deve pagar pelo trabalho intelectual ou senão não tinha um botão ali no lado direito a solicitar doações. Mas se em vez de recorrer a uma editora convencional os The Cure decidissem eles próprios propor um serviço de subscrições? Qualquer discussão sobre música e Internet que não parta da premissa que a música já é de si grátis está errada e padece de hipocrisia. O que bandas como os Radiohead e os Nine Inch Nails estão a tentar fazer é adoptar uma estratégia a partir desse dado adquirido. As pessoas não devem ser ensinadas a proteger a sua propriedade intelectual como se fossem tesouros. Música é informação. Não tem qualquer valor em si. O valor é o que nós lhe damos enquando seres sociais simbólicos. E é por isso que a generosidade e o altruísmo são princípios que devem ser ensinados de modo a que as pessoas se habituem a doar de livre vontade os artistas de que gostam mais. Nesse aspecto, as declarações de Robert Smith foram uma oportunidade falhada…

Responder

8 Miguel Caetano 21 de Abril de 2009 às 21:49

Monica: eu também concordo que se deve pagar pelo trabalho intelectual ou senão não tinha um botão ali no lado direito a solicitar doações. Mas se em vez de recorrerem a uma editora convencional os The Cure decidissem eles próprios propor um serviço de subscrições aos seus fãs?

Qualquer discussão sobre música e Internet que não parta da premissa que a música já é de si grátis está errada e padece de hipocrisia. O que bandas como os Radiohead e os Nine Inch Nails estão a tentar fazer é adoptar uma estratégia a partir desse dado adquirido. As pessoas não devem ser ensinadas a proteger a sua propriedade intelectual como se fossem tesouros. Música é informação. Não tem qualquer valor em si. O valor é o que nós lhe damos enquando seres sociais simbólicos. E é por isso que a generosidade e o altruísmo são princípios que devem ser ensinados de modo a que as pessoas se habituem a doar de livre vontade os artistas de que gostam mais. Nesse aspecto, as declarações de Robert Smith foram uma oportunidade falhada…

Responder

9 Miguel Caetano 21 de Abril de 2009 às 23:20

Monica: eu também concordo que se deva pagar pelo trabalho intelectual ou senão não tinha um botão ali no lado direito a solicitar doações. Mas se em vez de recorrerem a uma editora convencional os The Cure decidissem eles próprios propor um serviço de subscrições aos seus fãs?

Qualquer discussão sobre música e Internet que não parta da premissa que a música já é de si grátis está errada e padece de hipocrisia. O que bandas como os Radiohead e os Nine Inch Nails estão a tentar fazer é adoptar uma estratégia a partir desse dado adquirido. As pessoas não devem ser ensinadas a proteger a sua propriedade intelectual como se fossem tesouros. Música é informação. Não tem qualquer valor em si. O valor é o que nós lhe damos enquando seres sociais simbólicos. E é por isso que a generosidade e o altruísmo são princípios que devem ser ensinados de modo a que as pessoas se habituem a doar de livre vontade aos artistas de que gostam mais. Nesse aspecto, as declarações de Robert Smith foram uma oportunidade falhada…

Responder

10 ARTHUR 21 de Abril de 2009 às 22:51

NA MINHA OPINIÃO SE O CARA EH FÃ ELE ´VAI BUSCAR POR UM DISCO DO SEU IDOLO ATÉ NO INFERNO

Responder

11 the curee 3 de Junho de 2009 às 20:59

Acho absurdo ROBERT SMITH ser mencionado como "um velho de 50 anos" apenas, ele não é só isso, e mesmo que fosse uma pessoa de 50 anos não pode mais produzir? uma pessoa de 50 anos tem que se calar se não concorda com os fatos atuais do seu meio? Ele é e sempre será um ótimo cantor e compositor, nem que ele não consiga mais produzir como antes, as musicas e as letras que já foram feitas por ele é o suficiente para deixá-lo na história da musica mundial.
Se hoje não existem tantos fãs como antes, é pq as pessoas estão se acomodando no modismo destas musicas horriveis que rolam por aí. Isso não culpa do cure, mas sim dos ouvintes de musica.

Responder

12 Miguel Caetano 3 de Junho de 2009 às 22:15

Se acha que Robert Smith é e sempre será um ótimo cantor e compositor e se existem mais fãs como você, então porque é que ele não optou por seguir o modelo dos Radiohead de oferecer música de graça? Medo do fracasso?

Responder

13 flacmk 26 de Fevereiro de 2010 às 5:07

Eu acho que fracassar ou não fracassar não seria um problema para Robert Smith… Até porque, mesmo que viesse o fracasso agora (o que não aconteceu), a contribuição do The Cure é muito maior que a o Radiohead. Eu explico: Gosto muito do Radiohead, tenho quase todos os álbuns, é, das bandas atuais, uma das minhas favoritas, assim como Franz Ferdinand, mas concordo com a opinião de fã mais acima… porque a arte é feita de história também, e talvez se a década de 80 não nos tivesse presenteado com o estouro de bandas como The Cure, Echo and the Bunny Man, The Smiths, nosso contexto seria outro e talvez nem tivessemos bandas como o Radiohead ou The verve, entre outras “da mesma leva”. É uma questão mais intensa…até porque o mercado musical hoje usa subterfúgios que obrigam bandas a venderem seu material por conta própria ou de graça para manterem-se no universo do “show business”, já que o negócio é criar ídolos com venda massiva, duração mínima de meses, talvez um ano, e deixá-los no esquecimento. É claro que é bom poder ter de graça. Eu mesma não tenho boas condições para adquirir material assim….comprando o tempo todo…mas economizo e compro o que posso do The Cure, é um prazer pra mim … pegar a edição compradinha alí na minha mão, ir atrás dos vinis e das raridades. Que poder é esse? O que faz uma banda merecer esse tipo de amor e devoção? Será que todas as bandas atuais conseguem isso? E se não conseguem… de quem é a culpa? Delas ou da máquina indústrial que se apropria da arte roubando-lhe boa parte do seu pathos essencial. Sim … concordo que ele está velho, assim como estão antigos e importantes valores. Até porque, tudo hoje é gratuito: o amor é gratuito, o entusiasmo é gratuito, toda e qualquer opinião é gratuita: mundo de anúncios – prove, experimente, coma, beba, morra… não custa nada! Também concordo com Duanne Ribeiro logo abaixo… e talvez este senhor chamado Robert Smith desconheça alguns privilégios do uso da internet, mas isso não o torna um fracassado…e sobre esconder-se atrás de carradas de maquiagem… bom, ele nunca negou sua máscara… e nós… será que todos nós admitimos a nossa?

Responder

14 Duanne Ribeiro 3 de Junho de 2009 às 23:07

A ideia central do texto é: o artista deve valorizar seu trabalho porque é assim que ele se sustenta. Outro lado dessa mesma ideia é que se o artista dá seu trabalho por nada, qual o valor que ele próprio dá a esse trabalho? Se o valor é 0, como isso poderia ser arte? São as ideias do Smith.

A respeito do Radiohead, ele questiona que tenha "funcionado" — já que o Radiohead de fato contou com toda uma história pregressa e "patrões que o ajudaram" para poder um dia "dar sua arte de graça". É a verdade. A pergunta que ele faz é: funcionou para quem? Em que medida isso é um acerto?

O último cd do The Cure tem bastante qualidade, e se a banda fizesse o mesmo que o Radiohead, certamente teria o mesmo sucesso. Robert Smith nega a distribuição de músicas por conta dos conceitos acima.

Mas acredito que pode haver ai, sim, um desconhecimento de como a internet funciona.

Responder

15 revistacapitu.com 4 de Junho de 2009 às 1:10

Robert Smith, vocalista do The Cure, "questiona o paradigma de arte gratuita", ou seja, dar suas músicas para download. http://migre.me/1NOt

Responder

16 revistacapitu.com 4 de Junho de 2009 às 1:12

(cont.) o @remixtures fez um texto todo negativo e não tentou de forma alguma entender o músico. leia com moderação. http://migre.me/1NOt

Responder

17 Rita 8 de Junho de 2009 às 14:41

Nem me vou dar ao trabalho de criticar o teu texto populista e oco, vou sim deixar-te um link com a opinião da Kim Gordon dos Sonic Youth – talvez esta não seja tratada por "velha" de 56 anos e de uma banda que seja uma "sombra do passado". Tenho esperança que com esta opinião já consigas perceber…

http://www.twentyfourbit.com/post/118510520/sonic...

Responder

18 Alice 26 de Junho de 2009 às 21:58

Quem escreveu esse artigo sobre o Robert smith não sabe nada sobre a banda além de ser uma pessoa muito preconceituosa. Pelo que me parece essa pessoa nunca chegará ao 50 anos. Eu tenho 18 anos e entendo que a idade do robert smith so lhe trouxe experiencia e se ele fala essas coisas e por que ele sabe afinal sua banda fez muito sucesso na epoca. Se essa banda que lança as musicas de maneira free fizer tanto sucesso como the cure fez….
QUANTO AO TRABALHO… PORQUE NAO VAO VOCES TRABALHAR DE GRAÇA?????

Responder

19 Alice 26 de Junho de 2009 às 22:03

Achei muito infeliz o seu artigo.

Responder

20 Alice 26 de Junho de 2009 às 22:23

Meu nome é Alice e sou a namorada do carlos Augusto quem escreveu sou eu.
Por que ao invés de vc escrever coisas boas e úteis escreve isso?? Coisa mais triste?
Ah e o que mais me indignou foi sua falta de respeito pelo Robert Smith.
Quero que saiba que todas as pessoas envelhecem e isso não faz delas inferiores.
Eu odeio muito você.
Não tanto até pelo the cure mas por voc^e mesmo.
Você é como um caminhão de lixo que quer expalhar o seu lixo para os outros.

Não muito obrigada viu, nao quero a tua tristeza! Eu sou muito feliz!

Responder

21 Alice 26 de Junho de 2009 às 22:38

Hahahahaha
em 1 lugar que sou eu mesma Alice Lachmann.
Em 2 lugar ao tenho medo de dizer que voce^e um infeliz.
E se o meu namorado o Carlos augusto estivesse aqui agora ia dizer a mesma coisa!
Então…
Dá elas por elas!
Não precisa nem perder o seu tempo tentando me intimidar com historia de internautas franceses.
Você é infeliz.
Porque só pessoas infelizes fazem isso.
Pessoas que não tem nada de bom para oferecer.
so criticas.

Responder

22 Miguel Caetano 27 de Junho de 2009 às 1:07

Cara Alice: eu elogio o trabalho e a iniciativa das pessoas APENAS quando acho que merecem ser elogiados. Já agora: pelo modo como escreveu, pressuponho que ainda não deve ter atingido a maioridade. É que só crianças acham que o mundo é só feito de coisas felizes e alegres. Outro conselho: aprenda a respeitar a opinião dos outros. Só assim será respeitada. Eu estou no meu espaço e no meu blog. Em vez de lançar ataques ao carácter da minha pessoa sem sequer fazer ideia de quem eu sou, porque não ter a franqueza de rebater de uma forma lógica as críticas que eu teci a Robert Smith? Não sei se sabe mas todos os ídolos têm pés de barro. E quem deposita demasiada fé neles sem saber separar a obra da pessoa acaba por se desiludir e muito. Estou a dizer-lhe isto para seu bem…

Responder

23 flacmk 26 de Fevereiro de 2010 às 5:34

Desculpa eu estar me intrometendo mais uma vez… mas o senhor escreveu coisas que deixam pessoas sensíveis muito fragilizadas. Eu já sou velhinha…Ihhhh, e por saber que a existência é algo também, às vezes, quase insuportável… devo pedir… que o senhor dê sim sua opinião…mas que deixe todo mundo amar como quer amar. Digo isso por causa da colocação feita sobre ídolos terem pés de barro…mas, também, da mesma forma, há quem adore um amor inventado…não é?
Outro detalhe, separar a obra da pessoa não é de todo possível quando se trata de poesia, e algumas composições deste senhor aí acima citado são verdadeiras poesias. Não precisa ser tudo falso, não precisa ser tudo em vão. Não dá pra negar os enganos da percepção, mas, ainda assim, há a percepção… e muito nela é verdadeiro… Alice foi apenas intensa com o que sentiu… porque talvez tenha a percepção mais apurada em relação aquilo que é de seu interesse interior…como acontece com todos nós desde que somos crianças e começamos a projetar nossa subjetividade para o mundo através do que nosso intelecto dele seleciona, também em termos de subjetividade. Se o senhor fez colocações de sua opinião e interesse, e tão contundentes como fez, acerca de alguém que não conhecemos, é de se esperar esse tipo de reação, não acha? Aliás, Alice reagiu como o senhor reagiu aos comentários do Senhor Smith … de certa forma… e mais, ela não agiu de má fé, usando-se de subterfúgios linguísticos (como eu e o senhor usamos) para “massagear” o que realmente queremos dizer…Outra, ela não usou palavras de outro para sustentar as dela… coisas do tipo ” pelo que ele disse já deu pra ver que …” – isso chama-se testemunho de autoridade, uma técnica textual que serve para validar um texto no qual a nossa palavra, por si só, perde valor significativo. É ou não é? Um abraço.

Responder

24 Haly 28 de Junho de 2009 às 22:32

Cada um tem uma opinião formada, e não há o pq discutir por gostos. Me parece que q a pessoa que escreveu o artigo foi sim, infeliz. E acha que vai seguir adiante com a carreira que escolheu, em cima de outras pessoas, ofendendo Robert Smith, líder do The Cure, por meios tão baixos como dizer que ele é "um velho de 50 anos que se esconde atrás da maquiagem" ou o criticando por seus vícios alcoólicos, ou dizendo q "Smith está roído de inveja"
1° Robert Smith é o líder da banda e faz o que bem entender com o The Cure
2° Se ele tivesse medo do fracasso, não tiraria dinheiro do bolso dele pra bancar os álbuns do Cure
3° ele não precisa sentir inveja de ninguém, já provou (30 anos de carreira meu bem!!) que é muito capaz!

Aí Miguel, vai procurar uma coisa nelhor pra fazer entre vc e o Robert há um abismo!
tá com raiva dele? faz melhor!!
Bjs me liga

Haly xxxxx

Responder

25 Carlos Augusto 28 de Junho de 2009 às 22:49

Sr. Miguel.
Me apresento então: Carlos Augusto, namorado da Alice. Vivi os tempos do The cure desde 1986 (quando conheci a banda). Ja tive minha banda, estudei música poupular, música clássica… sou fã dos Dire Straits (pelo menos uns 20 anos) e adoro ouvir até hoje Mark Knopfler,,,, desde 1984 quando ouvi sultans of swing em um disco de vinil da holywood.
Pode perceber que namoro uma pessoa muito mais nova que eu. Quando Alice comentou sobre vc e eu li, não fiquei surpreso. Vc criticou um ídolo dela e entendo o que ela sentiu. Porém amigo, digo algumas coisas da vida para o seu entendimento.
- Minha namorada tem 18 anos sim, mas uma maturidade que surpreende todos quem a conhece (um dos tantos motivos que amo ela)
- Ela possui a capacidade de compreender que Robert Smith não é mais aquele garoto, mas respeita aquele artista. Reconhece seu valor… (continua)

Responder

26 Carlos Augusto 28 de Junho de 2009 às 22:52

- Garoto, todos artistas vida tem seu platô, seu ápice. Depois a tendência é que caia… Estude a vida de alguns artistas na música: Mozart, Beethoven, Elvis, Paganini, J. Hendrix…. ou de alguns do jazz como Earl Hines, Jelly Roll Morton, Wynton Marsalis …. entre tantos.__- É nítido sim que a indústria fonográfica fica com muito dinheiro isso tu deve conhecer bem… as coisas funcionam assim… veja a política.__- Te pergunto então rapaz: Na década de 70 e 80 como a música iria se propagar se não fosse pelos LP´s comprados com muito custo. Ou pelas fitas K7. Agradeço cada centavo de cruzeiro que gastei naquela época por comprar meus LP´s e minhas fitas. Hoje, na internet tudo pode ser gratuito, só que quando as coisas são gratuítas algumas vezes a qualidade e a seriedade ficam comprometidas. Você possui este blog de forma gratuíta, e pode escrever e julgar pessoas a sua maneira…. ta entendendo???__- Garoto, não tenho muito tempo para escrever o tanto que gostaria. Agradeço o espaço, e espero sua reflexão e sua compreensão.__Um abraço.__Carlos Augusto Xavier____

Responder

27 Bia Caterpillar 28 de Junho de 2009 às 23:12

Robert Smith não precisa "se roer de inveja" do Radiohead nem de ninguém. Ele já conquistou seu espaço e tem a admiração de vários ícones da música. Muitos iniciantes e até veteranos correm atrás dele para que ele componha alguma música ou produza o CD deles….e pq será?? Se liga!
Concordo plenamente com ele….Ele trabalha muito para dar suas músicas de graça por aí. Quem é fã de verdade que compre o CD!
E quanto a você, vai arrumar algo melhor para fazer….definitivamente esse não é o seu ramo, a julgar por esse artigo e pelos outros….ow, lixo hein!

Responder

28 Miguel Caetano 29 de Junho de 2009 às 9:34

Cara Bia: obrigado pelo comentário agora ofensas pessoais aqui não. Eu não criei este blog para ser popular MAS SIM PARA INFORMAR E EXPRIMIR A MINHA OPINIÃO. Gostaria que a senhora passasse uns tempos no Irão para saber prezar a liberdade de expressão. Mais comentários com estes com ataques pessoais não serão permitidos. A minha paciência não é de santo! Está avisada!

Responder

29 MISS CURE 28 de Junho de 2009 às 23:49

É muito triste chamar nosso robert de velho de 50 anos mas qto a inveja nao sei se é inveja mas já vi varias entrevistas do robert falando mal do Radiohead, outra banda que tbm adoro, nao gostei dessa reportagem amo o Robert mais tbm nao gosto quando ele fala mal do Radiohead que tbm é uma otima banda, meu sonho seria as duas bandas fazendo um show acústico, quanto a vc Miguel eu só acho que vc deveria apreender fazer criticas sem ofenças pq como vc pode perceber ninguém gostou de vc ter chamado nosso Robert de velho, são poucos que chegaram aonde ele chegou, e ele não é obrigada fazer nada de graça pois ele não veio ao mundo pra fazer caridade e sim mostrar para o mundo oque é música de verdade.

Responder

30 Miguel Caetano 29 de Junho de 2009 às 9:37

Cara Miss Cure: se chamar alguém de velho com mais de 50 anos é uma ofensa pessoal vou ali e já venho. Para todos os efeitos, a esmagadora maioria das pessoas a partir dessa idade é de facto uma pessoa VELHA. No entanto, também considero que a velhice e a idade têm a ver com uma questão mental em que quem age e se comporta de uma certa maneira revela-se de facto como um velho.

Responder

31 Miguel Caetano 29 de Junho de 2009 às 9:39

Caros fãs dos The Cure: compreendo a vossa dedicação extrema e a vontade de proteger uma banda muito querida mas não gostaria que essa paixão e idolatria vos toldasse a visão a ponto de não respeitar as opiniões de outras pessoas. Nesse sentido, todos os comentários intolerantes e que ofendam a minha pessoa serão a partir de agora pura e simplesmente eliminados.

Responder

32 Mad Dogg 29 de Junho de 2009 às 13:38

Ok! Eu pago as férias do MC no Irão. Pode ser que de lá não volte. Liberdade de expressão é uma coisa, libertinagem que interfere com o trabalho alheio é outra (Eu próprio bem como o Robert Smith).

Rapaziada aí de cima, Carlos, Miss Cure, Bia, Haly e Alice: Um abraço! ;)

Morre Miguel!

Mad Dogg

Responder

33 Miguel Caetano 29 de Junho de 2009 às 13:54

Liberdade de expressão é uma coisa, libertinagem que interfere com o trabalho alheio é outra

Caro Mad Dogg: a minha acepção de trabalho é cumprir uma tarefa que nos é pedida por outrem a troco de dinheiro. Tal não é o caso do tipo de "trabalho" a que o senhor se refere. Já agora, ao contrário de si, desejo sinceramente que viva muitos anos de forma a assistir à ruína dos clubes de vídeo, das lojas de discos que cobram preços exorbitantes e de todas as entidades que exploram as ineficiências da distribuição para imporem condições desfavoráveis aos consumidores. Como alguns costumam dizer: "O mercado domina sempre" e neste momento o preço efectivo da música assim como dos filmes é ZERO.

Responder

34 Carlos Augusto 29 de Junho de 2009 às 22:08

O que ainda havemos de ver é tu a entrares num video clube ou numa loja de CDs e a PAGAR por eles! Isso ou nunca mais ouvires música nem veres filmes (calma, podes sempre ouvir e ver filmes e música de amadores que tanto gostas).

Mas antes disso ainda queremos apanhar-te a sacar uma músiquinha, levar-te à barra do tribunal para seres condenado a pagar uma bela de uma multa (e como este blog vai servir para provar a tua militância na pirataria. Escusas de convocar testemunhas abonatórias, o blog fala por si).

Até agora isto tem sido impossivel. Felizmente as coisas começarão a mudar a partir de 9 de Julho. Farei tudo o que estiver ao meu alcance para seres tu a "dar o exemplo".

Responder

35 netshark 29 de Junho de 2009 às 14:20

No vosso caso é de um descaramento descabido, tentarem impor a continuidade de um modelo economico que está morto, e cheira mal porque voces não o querem enterrar de vez. Agradeçam ao vosso capitalismo selvagem AKA ganancia e globalização, mas nao culpem a net.
Está cá ha mais de 40 anos e não vai ser subvertida para os vosso propositos.

O mercado é que manda, não são voces, e as tentativas de repressão só farão richochete, porque cada vez mais gente se organizará legalmente contra voces.
E infelizmente para ti madd dogg, sabes que na net, ha muitos mais Migueis do que madd dogs, o que acaba por ter influencia directa no mercado. E não são putos com borbulhas, muitos já são pais de familia.

Faco votos para que todos aqui vivam o tempo suficiente para verem isso.

Responder

36 netshark 29 de Junho de 2009 às 14:20

No vosso caso é de um descaramento descabido, tentarem impor a continuidade de um modelo economico que está morto, e cheira mal porque voces não o querem enterrar de vez. Agradeçam ao vosso capitalismo selvagem AKA ganancia e globalização, mas nao culpem a net.
Está cá ha mais de 40 anos e não vai ser subvertida para os vossos propositos.

O mercado é que manda, não são voces, e as tentativas de repressão só farão richochete, porque cada vez mais gente se organizará legalmente contra voces.
E infelizmente para ti madd dogg, sabes que na net, ha muitos mais Migueis do que madd dogs, o que acaba por ter influencia directa no mercado. E não são putos com borbulhas, muitos já são pais de familia.

Faco votos para que todos aqui vivam o tempo suficiente para verem isso.

Responder

37 netshark 29 de Junho de 2009 às 14:20

Madd dog,
Aqui ha sempre alguem a roubar-me as palavras (não me importo pois uso GPL e copyleft :P ).
Já vi muitos como tu a batalharem-se pelas mais diversas causas, umas estupidas, outras nem por isso.
A propaganda que os indonesios faziam nos newsgroups a favor da ocupação de timor.
A intimidações que interesses privados faziam a opiniões internautas portugueses contrarias ás suas estrategias.
E mais recentemente as tentativas sucessivas de controlo politico da Internet.
Eu sei que so existem 4 empresas que controlam, a nivel mundial, a edição musical. Sei que existe um lobbie americano fortissimo que espalha tentaculos as suas subsidiarias nacionais, recorrendo a metodos nada eticos para conseguir os seus objectivos. Por exemplo, a RIAA aconselhava em 2003. aos estudantes universitarios, destirem do curso e arranjarem trabalho para pagar as multas.
Um conselho MUITO pedagogico, vindo de uma organização que devia de ter alguma responsabilidade social.

Responder

38 Zé Canivetes 29 de Junho de 2009 às 18:30

Ignorado pelas gerações mais novas? Isto é para rir? Um Pavilhão Atlântico a rebentar pelas costuras, cheio de malta nova, aqui há coisa de um ano e pouco e, por exemplo, um tributo a The Cure num clube lisboeta também muito bem composto, é sinal de que as gerações mais novas ignoram a banda? Não me parece.
Mais: a táctica de lançar um single por mês do último disco resultou bem e o álbum nem vendeu nada mal, não senhor.
Também gosto muito de Radiohead e também os vi há coisa de 7 anos no Coliseu de Lisboa, tinha eu os meus 15 anos.
Foda-se e alguém com 50 anos velho? Tudo bem que o Smith y sus muchachos já não são jovens na casa dos 20-30 e poucos, mas também não são múmias patéticas em palco tipo os Rolling Stones (de hoje em dia).
Enfim, preconceito e ignorância de alguém que deve ter levado tampa de uma gótica qualquer há 20 anos (lol, velhadas) e agora anda todo contentinho a escrever contra-informação pela net fora.
Já agora, é favor ouvir bandas tipo Voxtrot, sobretudo um dos singles mais recentes deles, "Trepanation Party". Depois manda-me um postal sobre o "desprezo" das gerações mais novas para com o Smith e os The Cure.
Espero bem que não sejas pago para escrever estas tretas…

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39 Miguel Caetano 29 de Junho de 2009 às 18:59

Caro Zé Canivetes: se o Pavilhão Atlântico encheu para ver os The Cure, ainda mais razão me dá – isto é, Robert Smith poderia oferecer a música de borla para promover ainda mais a venda de bilhetes. Nada me move contra as pessoas em si mas sim contra as ideias intolerantes de quem não respeita a liberdade de expressão e de quem não se adapta aos novos tempos. E neste respeito, parece-me que existe um certo preconceito de algumas pessoas em relação aos jornalistas que não têm medo de dar a sua opinião e não alinham pela agenda do politicamente correcto ditado pelos grandes conglomerados multimédia.

Finalmente, é bastante lamentável – senão mesmo ULTRAJANTE – lançar ataques pessoais a pessoas que se desconhece. Eu não lancei nenhum ataque pessoal a Robert Smith. Apenas considero que uma pessoa que diz aquelas palavras e que não lança um disco bom desde 2000 só merece ser qualificado de velho. Mais uma vez: nada me move contra o senhor que até considero estar à frente de uma das melhores bandas dos anos 80. Para prová-lo, posso mostrar os três CDs que comprei até hoje dos The Cure. Mas não sou saudosista nem vivo de memórias. Sei reconhecer quando um artista foi ultrapassado pelo tempo.

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40 Carlos Augusto 29 de Junho de 2009 às 23:46

Antes se sair falando mal das pessoas seria melhor você se informar Seu Miguel…

A banda The Cure anunciou o lançamento de um EP contendo cinco versões remixes de músicas que farão parte do próximo álbum. O trabalho foi batizado de “Hypnagogic States EP” e terá
TODA A RENDA ARRECADADA REVERTIDA PARA A CRUZ VERMELHA

Além do Robert tirar o dinheiro do Bolso para bancar os albuns ainda tem uma atitude digna como essa.
(Apesar de ser um velho com problemas de alcoolismo como você disse)

É seu Miguel acho vocÊ tomou nos dedos!
hahahahahahaha

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41 Alice 29 de Junho de 2009 às 23:48

ah esse ultimo comentario nao foi o Carlos fui eu Alice.

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42 Cris Homa 30 de Junho de 2009 às 2:35

"De modo geral, parece-me que esta rant do vocalista dos The Cure não tem qualquer sentido e parece-me ter resultado mais de alguns excessos alcoólicos típicos de um artista em fase de decadência do que de uma pessoa racional e sensata, responsável por uma das melhores bandas Pop dos anos 80."

Justamente a parte em que você diz, "Excessos Alcoólicos Típicos de um Artista em fase de Decadência"
acho que nessa parte de Alcoólismo, e Decadência, que você esteja sendo Grosso!!! e ainda acho que uma banda com 30anos de carreira e ainda fazem Shows, mundo a fora, não seja nada Decandente, antes de vossa senhoria começar a insultar alguém, não achas que seria melhor que vossa Senhoria estivesse a altura, para insultar alguém, e mesmo assim acho que não seria legal, Sou fan de Radiohead, mas mesmo assim achei meio idiota pagar quantos quiser, afinal de contas uma banda é sustentada pelas Vendas de Cds/DVDs e Shows, ao mesmo tempo que acho que foi um golpe de marketing bem bolado, para uma BANDA em fase de DECADÊNCIA. não acha senhor Miguel?

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43 Miguel Caetano 30 de Junho de 2009 às 9:36

Caro Cris Homa: nenhuma pessoa em plena consciência e ciente da sua condição de adulto – já não falo de ídolo para milhões de pessoas – escreve um texto naqueles termos que não tem qualquer nexo e só usa CAPS LOCK. Usar maiúsculas significa que o autor pretende gritar com o leitor, o que é sinal de uma pessoa rude e antipática.

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44 Haly 30 de Junho de 2009 às 2:36

Valeu Mad Dogg ;D certas pessoas deviam se pôr no lugar e aprender a fazer (direito) ao serviço que se propôs (pode apgar o comentário Senhor Miguel, o importante é q vc leu e sabe q está errado nas suas ofensas!)

Cure kisses =**

Haly Smith xxxxxxx

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45 Bia Caterpillar 30 de Junho de 2009 às 4:31

"Caro" Miguel: Se você pode "EXPRIMIR SUA OPINIÃO" chamando Robert Smith de cinqüentão, insinuando várias coisas degradantes a respeito da pessoa dele, acredito que eu também tenho o direito de me expressar como eu quero e bem entendo a seu respeito, não é mesmo??Que direito de expressão é esse, que você fala e ataca quem quiser aqui no seu blog e não podemos fazer o mesmo. Se você ataca alguém provavelmente será atacado. O seu artigo não foi uma expressão de opinião e sim, um severo "ataque" ao cantor, compositor, produtor, músico Robert Smith, uma pessoa a qual você não deve adoração mas sim respeito! Se não quiser despertar sentimentos ruins nas pessoas, aprenda a escrever um artigo de forma realmente informativa e IMPARCIAL, pois é isso que os blogueiros e jornalistas sérios fazem…..ataques como o seu é para jornais sensacionalistas, ok??

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46 Miguel Caetano 30 de Junho de 2009 às 9:40

Cara Bia Caterpillar: se você gosta da informação requentada sob a forma de comunicados oficiais que a comunicação social tradicional faz passar por notícias isso é lá consigo. Estou no meu espaço pessoal, acredito que não ofendi ninguém nem tomei uma atitude degradante de escrever um texto em maiúsculas como o seu "Jesus Cristo" Robert Smith. A verdade é que quando escrevi este artigo, senti que ESTAVA A SER PESSOALMENTE ATACADO na minha condição de blogger. Digo e repito: admiro muito o trabalho passado dos The Cure mas uma coisa é a música – que desde 2000 tem sido bastante fraca – outra é a personalidade egocêntrica e mimada do seu líder.

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47 Miguel Caetano 1 de Julho de 2009 às 10:10

Caros fãs/trolls/devotos extremos dos The Cure: como não se deram ao trabalho de ler absolutamente nada do que eu escrevi aqui, como ofenderam a minha liberdade de expressão, como foram intolerantes, como foram desagradáveis, como entraram pelo meu blog chamando-me nomes sem sequer se dar ao trabalho de refutar com bom senso, racionalidade e lógica os meus argumentos, eu decidi pura e simplesmente remover todos esses comentários mal-humorados de gente que não é capaz de separar a sua própria personalidade do seu ídolo e nem sequer é capaz de escrever sem dar erros. Ninguém mais comenta aqui, entenderam? Ponto final, parágrafo!

Mais uma vez, repito: admiro muito o trabalho dos The Cure, acho até mesmo que Disintegration é o melhor disco dos anos 80 mas uma coisa é admiração por uma época passada; outra é fanatismo. E acho que as pessoas que comentaram este artigo tornaram-se tão obcecadas pelo seu ídolo que já não conseguem aceitar as críticas de quem tenta ter um maior distanciamento.

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48 flacmk 26 de Fevereiro de 2010 às 6:16

Pois eu entrei aqui com muito atraso e acho que nem serei lida…mas não desmereço sua matéria… apenas acho que característica de Troll da internet seu artigo também têm, até porque estudo o assunto… mas isso não vem ao caso. Liberdade de expressão por liberdade de expressão todo mundo têm… acho que poderia ter dito que o vocalista da banda The Cure não foi sensato, que deixou de fora fatos importantes do mundo contemporâneo ao expressar sua opinião… até dizer que ele tem problemas de alcoolismo, mas isto muitos ídolos atuais têm, e muito jovens, e muitas pessoas por aí, nos lares do planeta, no cotidiano de alguém. Isso é relevante? Isso desaprova o ser humano? Realmente dizer que ele está velho é dizer a verdade… decadente…talvez…mas isso faz parte de todos nós… cabe a nós nos perguntarmos… há alguma coisa de errado nisso? Envelhecer, decair, amargurar, protejer-se do mundo … por que ele não perdoa a nossa caminhada inevitável… isso é errado? Isso é feio? Errar é feio? Ser teimoso e ter inveja é feio? ” Quem não sente, sentiu ou pode afirmar que nunca sentirá nada disso … (eis aí um velho clichê que funciona) que atire a primeira pedra…
Outra: não existe uma época passada… o tempo é uno… o que foi, hoje se faz presente, dito e revestido de outra forma… a contemporaneidade é complexa porque não representa um momento na história para o qual o futuro seja algo concreto…mas um momento onde presente, passado e futuro se fundem reforçando as diversidades, a busca pela reitegração do “eu”, fragmentado, poluído, em busca contínua de coisas que desconhece, um tempo em que o sentir e o pensar se fundem… as ciências se exasperam e se contradizem, e todos querem espaço, todos querem esse seu ser em si presente no tempo espaço.
Que separar a obra da pessoa é necessário… bom, a questão da autoria afeta a contemporaneidade de forma alarmatne…Será que vale a pena? A questão de conjunto estético está ligada aos autores desse conjunto… a questão é simples: assistir um filme sem saber quem o dirigiu é válido? Até que ponto? Escutar uma música sem saber quem a compôs é valido? Até que ponto é valido? Isso acontece com os jovens hoje… e o que mais acontece….a falta de referência é tão grande que a identidade se esvazia…todos se afastam, todos ficam sozinhos. Mais vale fazer parte de um fã clube poli esportivo do que estar solitário, sem ter amores e paixões (doentias ou não) para compartilhar.
Um abraço. FCMK.

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49 Alexandre Matias 2 de Julho de 2009 às 14:47

Robert Smith do Cure não gosta de dar downloads grátis nem de bloggers – http://migre.me/36Gm

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50 Clareana Cunha 2 de Julho de 2009 às 14:49

Rt : @trabalhosujoRobert Smith do Cure não gosta de dar downloads grátis nem de bloggers – http://migre.me/36Gm gosta de dinheiro!!

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51 c. akemi mitsueda 2 de Julho de 2009 às 14:53

rt @trabalhosujo Robert Smith do Cure não gosta de dar downloads grátis nem de bloggers – http://migre.me/36Gm #AZAROSEUQUERIDA

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52 marina 27 de Abril de 2011 às 18:25

que ruim a pessoa que escreveu o artigo!!!!! Mr. ROBERT SMITH é uma lenda, ele é o máximo, é um artista, como é que deixam qualquer pessoa falar sem conhecer, só fofocar, como é que uma pessoa tão horrível, tão invejosa, tão sem vergonha escreve sobre um idolo que com sua música marcou a vida de tantas pessoas? AMO THE CURE, AMO ROBERT, AMO AS CANCÕES E O MUNDO AO QUAL ME TRANSPORTAN QUANDO AS OUÇO. Quem escreveu tanta burrada sobre Mr. Smith, não tem perdão de Deus.

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53 sandra 3 de Dezembro de 2011 às 2:03

tambem concordo.amo the cure
acho robert smith o maximo.

sandra jlle santa catarina

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