
Se fossemos a contar o número de vezes que a Warner Music Group já processou ou removeu o seu catálogo de empresas e serviços de música online, teríamos quase material suficiente para encher um livro. Desde o processo contra o motor de busca de MP3s Seeqpod até à retirada das suas músicas do Last.fm, sem contar com a nega dada à proposta do Facebook de lançar a sua própria plataforma de música online ou a remoção de vídeos do YouTube, a lista é interminável.
O caso mais recente envolvendo a famigerada WMG diz respeito ao Songbeat, uma aplicação desenvolvida por uma empresa alemã e sobre a qual eu já tinha escrito aqui anteriormente e que permite que os utilizadores pesquisem músicas através da base de dados de sites como o Seeqpod e Project Playlist, entre outros, e descarreguem gratuitamente até 25 temas por mês. Quem quiser descarregar um número ilimitado de títulos pode pagar pela versão premium que custa 19,99 euros.
Essas músicas encontram-se espalhadas pela Web, alojadas nos servidores de estranhos. Pois bem, a Warner Music Group discorda dessa opinião e por isso está a apoiar um processo instaurado em nome da BVMI, a Associação da Indústria Musical Alemã.
Embora a WMG seja até ao momennto a única das quatro grandes discográficas a apoiar a acção, a BVMI conta como associadas todas as majors. Mesmo assim, de acordo com o TechCrunch, é de esperar que Sony Music Entertainment, Universal Music Group e EMI venham a fazer parte do processo assim que decorrer a primeira audiência do caso, a ter lugar esta quarta-feira num tribunal de Munique. Por agora, a WMG volta a confirmar o seu papel de má da fita.
Artigos relacionados:



{ 1 comment… read it below or add one }
Vocês já conhecem a história da WMG, como ela nasceu? Não me espanta essas atitudes… como falei em outro post reitero aqui de que os caras não vão largar o osso tão fácil assim não…