Afinal parece que a história avançada na semana passada pelo Hollywood Reporter e o PaidContent com base em fontes anónimas de que a Nokia se tinha comprometido a pagar 35 dólares (22 euros) ou 33,50 dólares (pouco mais de 21 euros à Universal Music por cada telemóvel com acesso ao catálogo completo da major não se confirma. Pelo menos, de acordo com o que uma porta-voz da fabricante finlandesa afirmou ao IDG News Service.
“Isso não é verdade. Nós não estamos a pagar esse montante a qualquer companhia discográfica”, revelou a representante que, em todo o caso, se recusou a adiantar mais pormenores para além de que as negociações entre ambas as partes ainda se encontram a decorrer.
Seja como for, por aqui ainda continuo à espera de saber quais vão ser afinal as reais características do “revolucionário” plano de downloads ilimitados de música que a Nokia anunciou em Dezembro passado. Do pouco que se sabe, podemos apenas dizer que o serviço irá conter algum tipo de DRM, que a fabricante comprometeu-se a partilhar as receitas com as operadoras móveis e que a EMI também estará interessada em participar da iniciativa. E mais nada.
É caso para dizer que tanto secretismo apenas faz com que as hipóteses do Comes With Music se vir a revelar um rotundo fracasso aumentem. Desta forma, a Nokia apenas está a dar azo a que especulação aumente. Porque é que não esperou pela véspera do lançamento para fazer o anúncio oficial, como é típico da Apple?
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