Depois da experiência com a venda de downloads de músicas sem DRM parece que a Universal Music está prestes a dar mais um passo decisivo em direcção ao modelo de negócio do futuro da indústria da música. Desta feita, trata-se de uma assinatura mensal de músicas, a acreditar por várias fontes contactadas pela Digital Music News, um dos sites mais bem informados no sector da música digital.
Os pormenores adiantados são escassos, mas o modelo incluiria um plano abrangente designado TotalMusic segundo o qual os fornecedores de acesso à Internet e operadoras de telemóveis teriam que pagar um montante mensal. Todos os clientes destas empresas, por seu lado, passariam a pagar uma tarifa adicional à sua factura, independentemente de quererem ou não usufruir da oferta.
Mas este é apenas um dos conceitos actualmente em discussão no interior da Universal. Algumas das fontes contactadas pela Digital Music News alertaram para o facto de que vários ISPs têm vindo a criticar o carácter compulsório e universal da oferta, na medida em que isso os obrigaria a aumentar o preço de todas as suas tarifas mensais.
Na França, a Universal já tem em funcionamento um serviço de subscrição através do ISP Neuf Cegetel. No entanto, nesse caso tratavam-se de duas empresas ligadas ao grupo Vivendi e o serviço é disponibilizado em moldes diferentes, incluindo uma modalidade básica gratuita de que todos os clientes podem beneficiar e outra opcional que implica o pagamento de uma quantia adicional.
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A mudança de paradigma. A procura do modelo de negócio: “Music like water”, do auto-intitulado “media futurist”(by the way, detesto o termo!) Gerd Leonhard.
Keep up the good bloging!