Não há dúvida de que as novas gerações fazem cada vez mais parte de uma cultura de colaboração e partilha online, seja esta de músicas, filmes ou programas informáticos. Contudo, a indústria cultural e a de software não conseguem compreender essa mudança de atitudes e mentalidades e consideram que estão a ser alvo de um autêntico saque cometido por piratas. Daí que não hesitem em lançar mão dos seus vastos recursos para promover os valores que consideram superiores junto dos mais pequenos, aqueles que andam ainda na escola e não foram infectados pelo “vírus” nefasto da partilha pirataria.
Como é de pequenino que se torne o pepino, os dirigentes da AMCHAM, a Câmara Americana de Comércio desenvolveram em conjunto com a Associação Brasileira das Empresas de Softwares (ABES) e a Business Software Alliance (BSA) uma iniciativa que pretende “alertar os educadores a respeito dos problemas da pirataria, além de desenvolver um planeamento de actividades de consciencialização para pais e alunos”. O Projecto Escola foi lançado no final de Janeiro, mas foi através de um post do Sérgio Amadeu publicado ontem no seu blog que eu fiquei a conhecer esta campanha.
Como se pode ler no Jornal de Debates:
Dito projecto tem a missão de transmitir conceitos básicos de Propriedade Intelectual às crianças entre 7 e 11 anos, valendo-se dos professores como mensageiros. Os conhecimentos obtidos pelas crianças deverão ser “devolvidos
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