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	<title>Comentários em: Sobre as &#8220;fugas&#8221; de novos CDs e o fim da obra-prima total</title>
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	<description>A cultura da remistura, P2P, cultura livre e novos modelos de negócio para a música digital</description>
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		<title>Por: Banda emite comunicado a queixar-se de leak de música para sites de BitTorrent &#124; Remixtures</title>
		<link>http://www.remixtures.com/2007/03/sobre-as-fugas-de-novos-cds-e-o-fim-da-obra-prima-total/comment-page-1/#comment-5964</link>
		<dc:creator>Banda emite comunicado a queixar-se de leak de música para sites de BitTorrent &#124; Remixtures</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 21:50:20 +0000</pubDate>
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		<description>[...] normal que um artista ou uma banda com uma reputação já estabelecida fiquem bastante chateados quando um disco [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] normal que um artista ou uma banda com uma reputação já estabelecida fiquem bastante chateados quando um disco [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: &#187; Bandas indie contratam detectives anti-P2P</title>
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		<dc:creator>&#187; Bandas indie contratam detectives anti-P2P</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2007 21:59:10 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Caetano: No entanto, a aposta na...Mário: No entanto, a aposta na...Miguel Caetano: Cara falácia: Seria bem menos [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Caetano: No entanto, a aposta na&#8230;Mário: No entanto, a aposta na&#8230;Miguel Caetano: Cara falácia: Seria bem menos [...]</p>
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		<title>Por: Miguel Caetano</title>
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		<dc:creator>Miguel Caetano</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2007 14:06:14 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;i&gt;No entanto, a aposta na música ao vivo vai a meu ver inviablizar obras que não serão tão fáceis de recriar num concerto ou cuja produção dependa de muitos músicos e/ou de técnicas de estúdio demoradas. Acho que isto acaba por apenas permitir a subsistência de alguns tipos de música, inviabilizando económicamente outras (e os grandes nomes em termos de lucros não estão interessados nessas música mais complexas ou mais dificeis de passar em concertos).&lt;/i&gt;

O caso do Amon Tobin é paradigmático, nesse sentido. Mas, como eu refiro no post, esse tipo de obras não està à partida inviabilizado. Partindo do princípio que só um artista com créditos firmados junto de um segmento específico de público se aventuraria de qualquer forma a um investimento tão avultado como o que essas obras complexas exigem, ele pode recorrer directamente ao apoio desse público, comunicando com ele, mostrando-lhe os planos do seu projecto e solicitando-lhe doações em troca de acesso prioritário a faixas, etc.

Estamos tão toldados pelos mecanismos industriais da música repetitiva fabricada pelos grandes conglomerados que não conseguimos ver que existem outros modelos alternativos para além da dependência a contratos exclusivos que apenas constrangem a criatividade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>No entanto, a aposta na música ao vivo vai a meu ver inviablizar obras que não serão tão fáceis de recriar num concerto ou cuja produção dependa de muitos músicos e/ou de técnicas de estúdio demoradas. Acho que isto acaba por apenas permitir a subsistência de alguns tipos de música, inviabilizando económicamente outras (e os grandes nomes em termos de lucros não estão interessados nessas música mais complexas ou mais dificeis de passar em concertos).</i></p>
<p>O caso do Amon Tobin é paradigmático, nesse sentido. Mas, como eu refiro no post, esse tipo de obras não està à partida inviabilizado. Partindo do princípio que só um artista com créditos firmados junto de um segmento específico de público se aventuraria de qualquer forma a um investimento tão avultado como o que essas obras complexas exigem, ele pode recorrer directamente ao apoio desse público, comunicando com ele, mostrando-lhe os planos do seu projecto e solicitando-lhe doações em troca de acesso prioritário a faixas, etc.</p>
<p>Estamos tão toldados pelos mecanismos industriais da música repetitiva fabricada pelos grandes conglomerados que não conseguimos ver que existem outros modelos alternativos para além da dependência a contratos exclusivos que apenas constrangem a criatividade.</p>
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	<item>
		<title>Por: Mário</title>
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		<dc:creator>Mário</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2007 13:20:08 +0000</pubDate>
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		<description>No entanto, a aposta na música ao vivo vai a meu ver inviablizar obras que não serão tão fáceis de recriar num concerto ou cuja produção dependa de muitos músicos e/ou de técnicas de estúdio demoradas. Acho que isto acaba por apenas permitir a subsistência de alguns tipos de música, inviabilizando económicamente outras (e os grandes nomes em termos de lucros não estão interessados nessas música mais complexas ou mais dificeis de passar em concertos).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>No entanto, a aposta na música ao vivo vai a meu ver inviablizar obras que não serão tão fáceis de recriar num concerto ou cuja produção dependa de muitos músicos e/ou de técnicas de estúdio demoradas. Acho que isto acaba por apenas permitir a subsistência de alguns tipos de música, inviabilizando económicamente outras (e os grandes nomes em termos de lucros não estão interessados nessas música mais complexas ou mais dificeis de passar em concertos).</p>
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	<item>
		<title>Por: Miguel Caetano</title>
		<link>http://www.remixtures.com/2007/03/sobre-as-fugas-de-novos-cds-e-o-fim-da-obra-prima-total/comment-page-1/#comment-269</link>
		<dc:creator>Miguel Caetano</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2007 10:33:13 +0000</pubDate>
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		<description>Cara falácia:

&lt;i&gt;Seria bem menos falacioso ver que impacto é que a promoção através dos downloads ilegais têm nas vendas de artistas não tão conhecidos e sem os budgets de promoção que outros têm.

Ou seja, não é pelo Figo ganhar muito dinheiro que outros em divisões inferiores não passem fome. E é esse o grande e grave problema dos downloads ilegais.
&lt;/i&gt;

Não vejo como isso possa ser verdade. Em primeiro lugar, os artistas desconhecidos disponibilizam geralmente de vontade própria os seus discos através de redes de partilha de ficheiros, pois sabem que só têm a ganhar e nada a perder. As vendas deles já são tão reduzidas e a percentagem de receitas obtidas dessas vendas que vai para o seu bolso é tão pequena que oferecer o disco de borla apenas gera mais promoção do seu trabalho.

Em segunda lugar e em resultado disso, a promoção gerada com a distribuição livre da obra faz com que um número maior de elementos do público - para além da própria família e amigos do artista - fiquem interessados por ver um espectáculo ao vivo. E aí é que está o dinheiro, aí é que está o principal meio de sobrevivência dos músicos actuais. A percentagem das receitas dos concertos que vai parar ao seu bolso é muito superior ao que acontece nos discos. É por isso que todos os meses vemos mais netlabels a surgirem e mais bandas a enveredarem pelo caminho da autopublicação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara falácia:</p>
<p><i>Seria bem menos falacioso ver que impacto é que a promoção através dos downloads ilegais têm nas vendas de artistas não tão conhecidos e sem os budgets de promoção que outros têm.</p>
<p>Ou seja, não é pelo Figo ganhar muito dinheiro que outros em divisões inferiores não passem fome. E é esse o grande e grave problema dos downloads ilegais.<br />
</i></p>
<p>Não vejo como isso possa ser verdade. Em primeiro lugar, os artistas desconhecidos disponibilizam geralmente de vontade própria os seus discos através de redes de partilha de ficheiros, pois sabem que só têm a ganhar e nada a perder. As vendas deles já são tão reduzidas e a percentagem de receitas obtidas dessas vendas que vai para o seu bolso é tão pequena que oferecer o disco de borla apenas gera mais promoção do seu trabalho.</p>
<p>Em segunda lugar e em resultado disso, a promoção gerada com a distribuição livre da obra faz com que um número maior de elementos do público &#8211; para além da própria família e amigos do artista &#8211; fiquem interessados por ver um espectáculo ao vivo. E aí é que está o dinheiro, aí é que está o principal meio de sobrevivência dos músicos actuais. A percentagem das receitas dos concertos que vai parar ao seu bolso é muito superior ao que acontece nos discos. É por isso que todos os meses vemos mais netlabels a surgirem e mais bandas a enveredarem pelo caminho da autopublicação.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: falácia</title>
		<link>http://www.remixtures.com/2007/03/sobre-as-fugas-de-novos-cds-e-o-fim-da-obra-prima-total/comment-page-1/#comment-262</link>
		<dc:creator>falácia</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2007 02:41:46 +0000</pubDate>
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		<description>O problema com a argumentação é o facto de achares que a promoção dada pelas fugas na internet provocaram um aumento de vendas.  Tenho para mim que esse facto não é provável.

Outro argumento falacioso é defender que a Internet promove artistas, dando de seguida como exemplo uma banda como os Coldplay. E defendê-lo ao ponto de achar que são os downloads ilegais e não a promoção/publicidade feita pela própria banda a causa desse sucesso, sabendo-se de antemão que a percentagem das pessoas que compram álbuns depois de o terem pirateado é diminuta.

Seria bem menos falacioso ver que impacto é que a promoção através dos downloads ilegais têm nas vendas de artistas não tão conhecidos e sem os budgets de promoção que outros têm.

Ou seja, não é pelo Figo ganhar muito dinheiro que outros em divisões inferiores não passem fome. E é esse o grande e grave problema dos downloads ilegais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O problema com a argumentação é o facto de achares que a promoção dada pelas fugas na internet provocaram um aumento de vendas.  Tenho para mim que esse facto não é provável.</p>
<p>Outro argumento falacioso é defender que a Internet promove artistas, dando de seguida como exemplo uma banda como os Coldplay. E defendê-lo ao ponto de achar que são os downloads ilegais e não a promoção/publicidade feita pela própria banda a causa desse sucesso, sabendo-se de antemão que a percentagem das pessoas que compram álbuns depois de o terem pirateado é diminuta.</p>
<p>Seria bem menos falacioso ver que impacto é que a promoção através dos downloads ilegais têm nas vendas de artistas não tão conhecidos e sem os budgets de promoção que outros têm.</p>
<p>Ou seja, não é pelo Figo ganhar muito dinheiro que outros em divisões inferiores não passem fome. E é esse o grande e grave problema dos downloads ilegais.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: NeLaS</title>
		<link>http://www.remixtures.com/2007/03/sobre-as-fugas-de-novos-cds-e-o-fim-da-obra-prima-total/comment-page-1/#comment-270</link>
		<dc:creator>NeLaS</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Mar 2007 20:46:44 +0000</pubDate>
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		<description>Acho que ainda é preciso muito teste para avaliar o efeito negativo nas vendas de disco, mas é um pouco esperado que ocorra uma baixa nas vendas sim. Não pelas pessoas que podem comprar o cd, mas por aquelas que não podem simplesmente investir muito dinheiro neste tipo de produto, mas que tem como alternativa alcançá-los via p2p.

Eu gostaria muito de saber se quantas pessoas que vão assistir ao Amon Tobin (por exemplo) compraram o cd, quantas apenas baixaram o cd e quantas baixaram o cd e depois compraram... Será que alguém já fez uma pesquisa desse tipo?

Quem sabe, a maioria da platéia conheceu via P2P, mostrando um retorno imediato ao músico através do compartilhamento.

E aí cabe a produtora mudar um pouco a estratégia...

Abraços!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que ainda é preciso muito teste para avaliar o efeito negativo nas vendas de disco, mas é um pouco esperado que ocorra uma baixa nas vendas sim. Não pelas pessoas que podem comprar o cd, mas por aquelas que não podem simplesmente investir muito dinheiro neste tipo de produto, mas que tem como alternativa alcançá-los via p2p.</p>
<p>Eu gostaria muito de saber se quantas pessoas que vão assistir ao Amon Tobin (por exemplo) compraram o cd, quantas apenas baixaram o cd e quantas baixaram o cd e depois compraram&#8230; Será que alguém já fez uma pesquisa desse tipo?</p>
<p>Quem sabe, a maioria da platéia conheceu via P2P, mostrando um retorno imediato ao músico através do compartilhamento.</p>
<p>E aí cabe a produtora mudar um pouco a estratégia&#8230;</p>
<p>Abraços!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Work Buy Consume Die</title>
		<link>http://www.remixtures.com/2007/03/sobre-as-fugas-de-novos-cds-e-o-fim-da-obra-prima-total/comment-page-1/#comment-263</link>
		<dc:creator>Work Buy Consume Die</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Mar 2007 12:07:59 +0000</pubDate>
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		<description>Bem, eu fui um daqueles que já tinha o &quot;Trans Canada Highway&quot; meses antes do seu lançamento, mas como fã indeféctivel e doentio dos BoC tenho tudo o que posso ter deles legal e ilegal...

Em relação ao último disco do Amon Tobim, já tinha lido esse texto que ele escreveu e só posso concordar com ele. Deve ser frustante alguém dedicar toda essa energia a construir um disco (excelente, por sinal) e não ser recompensado com mais do que uma &quot;palmadinha nas costas&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, eu fui um daqueles que já tinha o &#8220;Trans Canada Highway&#8221; meses antes do seu lançamento, mas como fã indeféctivel e doentio dos BoC tenho tudo o que posso ter deles legal e ilegal&#8230;</p>
<p>Em relação ao último disco do Amon Tobim, já tinha lido esse texto que ele escreveu e só posso concordar com ele. Deve ser frustante alguém dedicar toda essa energia a construir um disco (excelente, por sinal) e não ser recompensado com mais do que uma &#8220;palmadinha nas costas&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Caetano</title>
		<link>http://www.remixtures.com/2007/03/sobre-as-fugas-de-novos-cds-e-o-fim-da-obra-prima-total/comment-page-1/#comment-266</link>
		<dc:creator>Miguel Caetano</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2007 15:39:56 +0000</pubDate>
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		<description>Carlos,

penso que aqui houve um pouco das duas coisas. Na perspectiva da Ninja Tune é claro que houve uma aposta num &quot;produto&quot; multimédia dirigido a várias plataformas que pudesse apelar à venda. Agora, não acho que o Amon Tobin seja tão interesseiro em pensar apenas em termos de &lt;i&gt;branding&lt;/i&gt; comercial. Calculo que ele, como artista dotado, deve ter uma auto-estima muito grande e propõe-se a si próprio metas de exigência muito elevadas de modo a não ficar para trás. Isso acontece com outros músicos. Mas depois vai-se a ver e a megalomania não tem concretização real. No caso do Amon Tobin, estou impressionado com algumas faixas e a opinião dos &lt;a href=&quot;http://www.metacritic.com/music/artists/tobinamon/foleyroom?q=amon%20tobin&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;críticos &lt;/a&gt; não tem sido má...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos,</p>
<p>penso que aqui houve um pouco das duas coisas. Na perspectiva da Ninja Tune é claro que houve uma aposta num &#8220;produto&#8221; multimédia dirigido a várias plataformas que pudesse apelar à venda. Agora, não acho que o Amon Tobin seja tão interesseiro em pensar apenas em termos de <i>branding</i> comercial. Calculo que ele, como artista dotado, deve ter uma auto-estima muito grande e propõe-se a si próprio metas de exigência muito elevadas de modo a não ficar para trás. Isso acontece com outros músicos. Mas depois vai-se a ver e a megalomania não tem concretização real. No caso do Amon Tobin, estou impressionado com algumas faixas e a opinião dos <a href="http://www.metacritic.com/music/artists/tobinamon/foleyroom?q=amon%20tobin" rel="nofollow">críticos </a> não tem sido má&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carlos paulo</title>
		<link>http://www.remixtures.com/2007/03/sobre-as-fugas-de-novos-cds-e-o-fim-da-obra-prima-total/comment-page-1/#comment-267</link>
		<dc:creator>carlos paulo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2007 14:20:50 +0000</pubDate>
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		<description>Miguel, esclarece-me uma dúvida: o Amon Tobin quis fazer, de facto, uma obra-prima total, ou apenas juntou conteúdos a um cd de música para que este tivesse mais valor junto do consumidor?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Miguel, esclarece-me uma dúvida: o Amon Tobin quis fazer, de facto, uma obra-prima total, ou apenas juntou conteúdos a um cd de música para que este tivesse mais valor junto do consumidor?</p>
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