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	<title>Comentários em: Quando o open-source e o P2P chegam ao cinema &#8211; Parte I: &#8220;Cafuné&#8221;</title>
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	<description>A cultura da remistura, P2P, cultura livre e novos modelos de negócio para a música digital</description>
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		<title>Por: Remixtures / Quando o open-source e o P2P chegam ao cinema - Parte II</title>
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		<dc:creator>Remixtures / Quando o open-source e o P2P chegam ao cinema - Parte II</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Oct 2006 19:38:32 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Num post anterior referi o filme brasileiro &#8220;Cafuné&#8221; para mostrar como o cinema independente pode tirar partido das redes P2P como tecnologia de distribuição de modo a chegar a um público potencial que de outro modo não teria acesso a esse tipo de produção. Neste caso, o director Bruno Vianna realizou também vários finais alternativos e permitiu que os utilizadores editassem as suas próprias versões domésticas da fita. Essa estratégia heterodoxa gerou uma maior repercussão junto dos internautas. A mensagem foi disseminada &#8220;boca-a-boca&#8221;, mail a mail, post a post, tipo marketing viral. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Num post anterior referi o filme brasileiro &#8220;Cafuné&#8221; para mostrar como o cinema independente pode tirar partido das redes P2P como tecnologia de distribuição de modo a chegar a um público potencial que de outro modo não teria acesso a esse tipo de produção. Neste caso, o director Bruno Vianna realizou também vários finais alternativos e permitiu que os utilizadores editassem as suas próprias versões domésticas da fita. Essa estratégia heterodoxa gerou uma maior repercussão junto dos internautas. A mensagem foi disseminada &#8220;boca-a-boca&#8221;, mail a mail, post a post, tipo marketing viral. [...]</p>
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